MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

A Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é a denominação utilizada ao conjunto de práticas de medicina tradicional em uso na China, desenvolvidas ao longo dos milhares de anos de sua história. O termo ainda contempla as medicinas da Ásia e os sistemas médicos tradicionais do Japão, Tibet e Mongólia. Foi nomeada pela UNESCO em 2003 como patrimônio cultural imaterial, a fim de preservar suas teorias e práticas.

A MTC se fundamenta numa estrutura teórica sistemática e abrangente, que tem como bases fundamentais a interação do organismo com o ambiente e os ciclos da natureza, a compreensão do tratamento das doenças na sua totalidade, além das suas teorias filosóficas relacionada com o estudo da relação yin/yang e os cinco elementos. Os estudos consideram a circulação da energia pelos meridianos do corpo humano e abrange os conceitos de saúde mental e emocional em busca do bem estar e equilíbrio do organismo.

Muitos dos seus conceitos filosóficos, hoje podem ser explicados pela neuroanatomia e neurofisiologia, permitindo que as teorias milenares dos chineses passassem a ter um fundamento científico.

ACUPUNTURA

A técnica da Acupuntura consiste na utilização de agulhas finas em pontos e meridianos específicos do corpo. Para Medicina Chinesa, o corpo humano é percorrido por doze meridianos que estão relacionados aos Órgãos e Vísceras Zang Fu, totalizando um total de mais de 350 pontos.  Os acupontos apresentam tanto uma ação local, relacionada com a sua região, como também ações sistêmicas devido a correlação entre os meridianos. Essa técnica milenar, procura tratar as patologias buscando a tendência da autocura inerente ao organismo e seu equilíbrio energético.

Em breve, você poderá acompanhar nosso blog para saber mais como os Chineses observam e estudam o corpo humano.

INDICAÇÕES

Saiba mais sobre diferentes indicações para tratamentos com Acupuntura e outras técnicas da Medicina Tradicional Chinesa.

“Pela reflexão, comedimento, auto-domínio, os sensatos podem tornar-se uma ilha que nenhum dilúvio poderá inundar.”

 Provérbio Budista